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11.9.06
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ÚLTIMO POST DA COPA...
Roberto Carlos... (jogador) Muito boa a resposta de um torcedor ao jogador Roberto Carlos no blog dele ! O jogador Roberto Carlos, em seu blog, escreveu a mensagem abaixo e um torcedor (Edson) respondeu: ROBERTO CARLOS, 05/07/2006 19:25 Respeito ao Brasil É muito triste para mim continuar vendo a Copa do Mundo sem poder mais ajudar o Brasil. Entendo a revolta que muitos estão da seleção, mas não posso concordar com os que desrespeitam os jogadores que foram defender o Brasil. Não acho justo, sei que lutamos muito e temos que ser no mínimo respeitados. Vejo o exemplo de outros países e me emociona ver que, mesmo na derrota, seus jogadores são respeitados. Estou em casa, muito chateado, ao lado daqueles que me amam e estou recebendo o apoio dos meus amigos verdadeiros. Sinto muito por não estar na final, mas tenho certeza que fiz o meu melhor. Acabei de ver a semifinal da França, torci muito pelo meu amigo Felipão, mas pude comprovar que chegou a final um grande time. Chega de tentar achar culpados, vamos pelo menos uma vez entender que futebol é assim, nem sempre se pode vencer. É isso que faz a paixão por esse esporte ser cada vez maior. Teremos outras oportunidades para ganhar, e venceremos. Um abraço a todos que apóiam os jogadores do Brasil. ------------------------------------------------------------------------- RESPOSTA Prezado Roberto, Como um torcedor comum, talvez eu possa lhe esclarecer alguns pontos que você levanta em sua singela mensagem, ao expressar uma certa mágoa com a nossa suposta ingratidão. Você se sente injustiçado com o que chama de desrespeito do torcedor, dizendo-se emocionado com o exemplo de alguns países cujos torcedores foram gratos a seus representantes mesmo na derrota. Pois eu também respeitaria os jogadores de minha seleção, mesmo na derrota, se eles tivessem apresentado um futebol à altura de sua capacidade, como fizeram os ganeses, se tivessem retribuído o carinho de sua torcida em campo como fizeram os croatas, se tivessem lutado como homens ou chorado como crianças, como fizeram os argentinos. Eu sei que a frase está meio gasta, mas respeito não se exige, se conquista; e nem eu nem muitos outros brasileiros poderiam respeitar um time alienado, estrelado, que se retira do campo sem sequer olhar para a torcida que se encontrava no estádio, a mesma que o apoiava a cada vitória insossa e enganosa. Menos ainda os jogadores que saem pelas portas dos fundos dos hotéis para fugir às suas responsabilidades de detentores das esperanças daqueles que são os verdadeiros pagantes de seus salários. Tampouco podemos respeitar um plantel que custa - embora não valha – 1 bilhão de dólares dar dois chutes a gol em noventa minutos. Não podemos igualmente ser gratos a um jogador que gasta a enormidade de oito segundos ajeitando suas meias enquanto uma falta é cobrada perto de seu gol. Como podemos ser solidários a uma equipe técnica patética, arrogante e incompetente que não se digna sequer a responder as perguntas que não convêm? Como podemos respeitar um treinador que não dá treinos táticos, que arma um mesmo esquema para jogar contra a França ou contra o ASA de Arapiraca, covarde para fazer amistosos com seleções como a de Lucerna, que não é capaz de afastar jogadores por deficiência técnica ou física quando necessário, talvez para não desagradar algum patrocinador? Será que os treinadores dessas seleções que você tanto admira um dia se referiram aos torcedores como "caixas de ressonância" da imprensa, sem capacidade de ter opinião própria, com isso tentanto atribuir aos outros a própria burrice? Como respeitar jogadores que, ganhando milhões de euros, se comportam como primas-donas fora e dentro do campo, esquecendo-se de sua função precípua d e empurrar uma merda de uma bola para uma rede? Se não fosse a nossa paixão por ela, a bola, que emprego você imaginaria ter hoje em dia, e ganhando quanto? Você escreve uma mensagem pretensamente humilde, mas não perde a oportunidade de alfinetar o leitor ao dizer que está "em casa, muito chateado, ao lado daqueles que me amam e recebendo o apoio dos meus amigos verdadeiros". Bela tentativa de nos acusar de infidelidade e ingratidão, mas não se esqueça que nós não somos mesmo seus amigos. Somos torcedores, fãs ou marias-chuteiras como estas que te escrevem neste blog, mas não temos laços nem obrigações de amizade com você. Peça amizade a seus amigos, se é que você tem algum mesmo, e dê-lhes amizade em troca; da nossa parte, só queremos profissionalismo e respeito. É estranho que você, que nunca prestou serviço algum a este país, e nunca abriu a boca contra a injustiça e a roubalheira que somos obrigados a enfrentar em nosso dia-a-dia, peça agora solidariedade ao Brasil. Nós temos direito sim de esperar que, apesar dos euros, das modelos, dos puxa-sacos e dos corruptos que o cercam no seu dia a dia, você cumpra com a sua obrigação fazendo por merecer cada centavo que recebe quando joga pelo seu time, e que respeite o país que o gerou um pouco mais do que os países que lhe aculturaram, e, como vampiros, roubaram a sua alma original. Deus te proteja de perder a fama e o dinheiro que um dia a bola te deu, para que você não tenha de descobrir quantos amigos de fato você tem, e quantas mulheres realmente te desejam. Você diz que não é hora de procurar culpados. Não se trata de achar culpados, mas sim de encontrar responsáveis. Se esse preparador físico que posa de técnico não se apresentasse como infalível, intocável, inatingível, e acima do bem e do mal, protegido das críticas por uma emissora espúria e mal-intencionada, talvez não cobrássemos tanto dele. É claro que não se pode vencer sempre, mas se for para perder, que seja como em 82 ou 86, de cabeça erguida, por obra da fatalidade e não da indiferença, da inoperância e da covardia. Não se preocupe com a sua dor, com certeza ela logo passa. Vá a bons restaurantes, termine a noite numa boate, faça comerciais pagos, ou assista a um desfile de moda e escolha uma imbecil qualquer para levar para casa que você vai se sentir bem melhor. A nossa dor, esta sim, por uma infinidade de razões que você já se esqueceu, parece que vai durar para sempre. Comente: 4.8.06
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Em 1988...
- 100 anos da abolição da escravatura - O presidente era José Sarney - Governador Moreira Franco - Prefeito Saturnino Braga - A moeda era o Cruzado - Não existia a linha vermelha, nem a amarela - Ayrton Senna era pela primeira vez campeão do mundo - Vila Isabel campeã do carnaval com KIZOMBA - O técnico da Seleção era Carlos Alberto Silva - O Brasil era apenas tri-campeão mundial - A novela de sucesso era "Bebê a Bordo" - Música da Bahia era Sarajane e Luiz Caldas - Vídeogame era atari - Botafogo não era campeão há 20 anos - Angélica era virgem - Sandy era criança Tantas coisas mudaram de 1988 pra cá, né? Menos uma. DESDE 1988 O VASCO NÃO VENCE O FLAMENGO EM FINAL DE CAMPEONATO. Comente: 2.8.06
Comente: 27.7.06
MAIS UMA? VICEEEEE DENOVOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Facil demais! Ridiculo! Humilhação! Patético! A final antecipada foi contra o Ipatinga, isso q tivemos nesses 2 jogos foram só pra carimbar. Não tem mais classico! Isso já virou farra! JÁ VIROU SACANAGEMMMMM!! Q nenhum vascuino tenha a cara de pau de argumentar qualquer assunto de futebo´l. Vcs são um lixo e vivem para serem humilhados pelo FLAMENGO. PENTA VICE! CANTA MENGÃO 7 VEZES CAMPEÃO DO BRASIL!!!! Comente: 19.7.06
Comente: 16.7.06
Carreira de técnico de futebol é pura sorte, diz estudo
A teoria criada pelos cientistas a partir dos dados levantados sustenta que é a taxa de vitórias e derrotas que determina um índice de reputação, e que esse índice define a duração do "mandato" do técnico. Cada técnico ganha reputação com vitórias e perde com derrotas. Essa teoria é baseada num modelo de computador de sistemas complexos: o exame de eventos em larga escala para ver se surgem padrões a partir das ocorrências mais microscópicas. Carreira de técnico de futebol é pura sorte, diz estudo O modelo matemático poderia prever a chance de um técnico acabar demitido no futuro LONDRES - Estudo realizado por cientistas da Universidade de Cambridge mostra que a duração do contrato de um técnico com um time de futebol depende muito mais da sorte do que da qualidade tática ou administrativa do trabalho. O estudo, interdisciplinar, envolveu a faculdade de Economia e o Instituto de Astronomia de Cambridge, além de especialistas de Cingapura. O objetivo inicial do trabalho era investigar como altos executivos conseguem e mantêm seus empregos, mas, no final, foi mais fácil conseguir informações sobre o histórico de clubes de futebol que do comando de grandes corporações. Os pesquisadores avaliaram a duração no cargo de técnicos na Inglaterra, Suíça, França, Espanha, Alemanha e Japão, bem como no futebol americano e no beisebol. Os dados cobriram 7.183 indivíduos em 130 anos. Uma constatação foi de que a chance de um técnico se manter no emprego em sucessivas temporadas segue uma lei de potência inversa - quanto mais tempo ele tiver de casa, maior a chance de acabar demitido. O estudo determinou que talento, esforço e capacidade têm muito pouco a ver com a permanência do técnico no cargo: mesmo os jogadores mais bem escalados podem se contundir na primeira partida da temporada por puro azar. A teoria criada pelos cientistas a partir dos dados levantados sustenta que é a taxa de vitórias e derrotas que determina um índice de reputação, e que esse índice define a duração do "mandato" do técnico. Cada técnico ganha reputação com vitórias e perde com derrotas. Essa teoria é baseada num modelo de computador de sistemas complexos: o exame de eventos em larga escala para ver se surgem padrões a partir das ocorrências mais microscópicas. A característica mais surpreendente da teoria é que ela é capaz de explicar os fatos conhecidos sobre a duração do emprego dos técnicos apelando apenas para fatores controlados pelo acaso, sem invocar questões de talento ou competência. Os cientistas alertam, no entanto, que o modelo é estatístico, e não pode ser usado para explicar a carreira de um único indivíduo. Ele poderia, porém, prever a chance de um técnico acabar demitido no futuro. (Estado) Comente: 14.7.06
![]() Juve, Fiorentina e Lazio rebaixados e só Milan se livra Clube de Turim iniciará a competição com 30 pontos de desvantagem aos demais LANCEPRESS! De acordo com sentença aplicada nesta sexta-feira pela Corte de Apelação da Federação Italiana de Futebol, Juventus, Lazio e Firentina foram rebaixadas para a Segunda Divisão do Campeonato Italiano, após o envolvimento destes clubes no escândalo de manipulação de resultados do futebol do país. A sentença, inclusive, tira os títulos italianos conquistados pela Juventus nas temporadas 2004-05 e 2005-06. O Milan, outro clube acusado de envolvimento no escândalo, permanece na Série A. No entanto, a equipe dos brasileiros Dida, Cafu, Serginho, Kaká e Amoroso inicia a competição com 15 pontos de desvantagem aos demais. O clube de Milão também perdeu o direito de disputar a Liga dos Campeões da Uefa ou qualquer outra competição européia. Além do rebaixamento à Segunda Divisão, a Juventus iniciará a competição com 30 pontos a menos do que as outras equipes, enquanto Lazio e Fiorentina partem com menos 12 pontos. A Comissão de Arbitragem Esportiva penalizou com cinco anos de suspensão Luciano Moggi, ex-diretor geral da Juventus, e com outros cinco Antonio Giraudo, diretor esportivo do mesmo clube. Adriano Galliani, ex-presidente da Liga Italiana de Futebol e vice-presidente do Milan, foi sentenciado a um ano de suspensão. Comente: Comente: 13.7.06
Como é que foi, Ronaldo?
Retirado do site do Millôr Fernandes, o Daily Millôr Você, eterno injustiçado, vítima da crueldade do mundo, declara, alto e bom som, que não tem obrigação de jogar bem todas as vezes? Tem, Ronaldo, tem. O diabo é que você, quando não joga bem, recorre às palavras, que não são bem sua especialidade. Você já imaginou se um escritor, quando fosse criticado pelo que escreve, corresse pra dentro do campo e gritasse pra galera: "Deixa essa que eu chuto!"? Você às vezes – ultimamente quase sempre – não consegue jogar bem. Deveria se sentir tão constrangido quanto goleiro que engole pênalti. Pois, pelo que ganha, você tem a obrigação de jogar sempre bem. Te digo, garotão, eu, medíocre artista plástico, se ganhasse o que você ganha, ficaria profundamente envergonhado se não pintasse uma Capela Sistina por semana. Comente:
O óbvio começa a aparecer!!!!
Parreira admite que seleção estava "rachada" na Alemanha da Folha de S.Paulo, em Frankfurt Um dia após a eliminação do Brasil para a França, pelas quartas-de-final da Copa do Mundo da Alemanha, o técnico Carlos Alberto Parreira admitiu haver um racha na seleção. Foi a declaração mais clara de Parreira até agora confirmando as rixas entre atletas velhos de casa e novatos, que cindiram o elenco derrotado. Em entrevista coletiva antes de deixar o hotel em Frankfurt, o treinador concordou que não conseguiu unir o time no momento mais importante destes seus quatro anos como comandante. "Nosso trabalho desde o início foi fazer com que esses talentos jogassem em equipe. Conseguimos isso em determinados momentos, mas não conseguimos com a mesma intensidade na Copa", declarou. Na Alemanha, ele se viu às voltas com a insatisfação de jogadores como Kaká, Juninho, Rogério e Ricardinho, que queriam mudanças no time. Ronaldo, Adriano, Cafu e Roberto Carlos eram os principais alvos. A pressão dos jogadores com menos tempo de seleção deixou o técnico no meio de uma queda-de-braço, pois os atletas mais antigos, liderados por Cafu e Roberto Carlos, eram contra alterações e falavam diretamente com Parreira. Ontem, o treinador mostrou que pisava mesmo em ovos. "Mexer nos medalhões sempre é mais difícil. Mas, conforme a necessidade surgiu, mudamos. Fizemos isso com o Ronaldo. Ele acabou se recuperando e mostrou o seu talento." Tal recuperação é questionada pelos mais novos. Eles reclamam que bastou jogar bem contra o frágil Japão para que Ronaldo fosse considerado reabilitado pelo chefe. Um dos maiores sinais da crise foi dado por Rogério. Contra a Austrália, à beira do gramado, Parreira gritava para seu time atacar, já que a defesa rival era lenta. Em tom jocoso, o goleiro disse no banco que o treinador se esquecera da lentidão de seu próprio ataque. Ronaldo e Adriano estavam em campo. Rogério e Ricardinho se queixavam do técnico a amigos. Atacavam a demora dele para mexer no time, a falta de diálogo com os atletas e a proteção aos mais experientes. Parreira nega o tratamento diferenciado, mas ontem defendeu Cafu e viu certo nervosismo em seu substituto. "Cicinho entrou contra a França, porque pensávamos que poderia melhorar a equipe, mas deu na mesma. O impacto de entrar numa partida de Copa, nessas condições, é muito grande." Na avaliação de Parreira, a forma como a seleção se despediu da Alemanha ontem, com cada jogador indo para um canto, também foi um sinal da falta de união. Ele lembrou o primeiro título do Brasil, em 1958, na Suécia, que teve a participação em campo de Zagallo, hoje seu coordenador. Para o técnico, aquela era uma seleção sem divisão. "O time saía unido do Brasil, todo mundo uniformizado, fazíamos uma visita ao presidente. Tinha jogo de despedida, voltávamos unidos. Havia um simbolismo, um romantismo. Isso mudou, como mudou o mundo. Agora, a convergência é outra. Os jogadores moram na Europa. É tudo diferente." Comente: |